Visitas Temáticas

A ATLANTE – Tours & Travels® tem desenvolvido o serviço de visitas guiadas para grupos culturais, escolas, universidades senior, entre outros…

Abaixo temos uma lista das visitas já desenvolvidas por nós:

Visita guiada ao Palácio do Correio-Mor

O Palácio do Correio-mor foi a residência do titular deste cargo, criado pelo Rei D. Manuel I. Um dos postos mais importantes da coroa portuguesa, o Correio-mor foi também um dos homens mais ricos de Portugal.

Este imponente palácio do século XVIII, exemplar único da arquitectura aristocrática portuguesa, foi contruído ao longo de várias gerações, envolvendo os melhores arquitectos, decoradores e artistas de então, como Giovanni Grossi, Bartolomeu Antunes ou José da Costa Negreiros.

Visita guiada à Lisboa Romana

Nesta visita iremos pôr a descoberto a Roma que existiu em Lisboa. Porto marítimo da Lusitânia, Lisboa tornou-se, já na antiguidade clássica, um centro portuário e comercial único no contexto da expansão atlântica do Império Romano. Essa condição deixou muitos vestígios na cidade que se encontram mesmo debaixo dos nossos pés ou nas ruas e praças que diariamente cruzamos, mas que nós nem imaginamos que existem. Venha descobri-los connosco nesta visita!

Visita guiada ao Palácio de Xabregas

Este palácio privado, um dos poucos ainda existentes em Lisboa, foi construído nas antigas casas que Tristão da Cunha possuía no lugar de Xabregas, pelos seus herdeiros no séc. XVII. Este importante navegador ficou conhecido por chefiar a grande embaixada do Rei Dom Manuel I ao Papa Leão X. O palácio foi ainda residência de várias figuras ilustres da história de Portugal como rainha D. Leonor, os Monteiro-Mor do reino e por fim os marqueses de Olhão. Aqui também reuniram-se os conjurados de 1640. 

Esta visita é uma oportunidade única para descobrir este tesouro desconhecido da cidade de Lisboa e as histórias de quem o habitou.

O Terramoto de 1755 – Visita Guiada

Em 1755 regista-se o maior abalo da história da Europa numa das suas capitais mais florescentes: Lisboa. Voltaire imortalizou-o na sua famosa peça “Candide” e no ” Poème sur le désastre de Lisbonne“. Lisboa nunca mais seria a mesma.

Mas Sebastião de Carvalho e Melo e os seus arquitectos, num esforço colossal que envolveu toda a sociedade, quiseram restituir a glória da capital do império e fazer dela uma das cidades mais modernas do seu tempo.

Venha descobrir connosco a cidade anterior e posterior ao Terramoto, o que resistiu, as inovações e a excepcionalidade do projecto pombalino.

Segredos de São Roque – Visita Guiada

Mandada construir pelo rei D. Manuel I como ermida dedicada a S. Roque, alguns anos mais tarde esta igreja transforma-se no principal templo da Companhia de Jesus em Portugal. Objecto de várias doações e favores reais, remodelações e decorações levadas a cabo durante os vários séculos, a Igreja de S. Roque é um dos melhores exemplos da arte sacra em Portugal. Sendo um dos principais centros da vida religiosa da Corte e uma igreja com aspectos arquitectónicos e decorativos únicos no mundo, São Roque está cheia de segredos que vão ser tornados públicos nesta visita, nomeadamente com a subida ao Coro Alto e ao interior do tecto da nave central. 

Visita guiada ao Convento e Igreja da Madre de Deus

Fundado pela Rainha D. Leonor, mulher de D. João II há mais de 500 anos e foi alvo de sucessivas campanhas de obras até o séc. XIX. A igreja resistiu ao Terramoto de 1755 o que a faz ser uma das mais belas construções barrocas de Lisboa e Portugal. Venha descobrir a fantástica história deste convento, da sua incrível fundadora e os tesouros artísticos nele escondidos!

À descoberta das Igrejas da Graça

A Colina da Graça torna-se conhecida aquando da conquista da cidade aos Mouros em 1147. Aqui, D. Afonso Henriques acampa com o seu exército e, mais tarde, após a vitória, e em sinal de agradecimento, manda construir dois grandes mosteiros que foram, ao longo dos séculos, objeto de melhoramentos por parte de outros reis. Nesta visita ficamos a conhecer a Igreja de São Gens e a Igreja da Graça, com o seu claustro, sacristia e outras áreas fechadas ao publico.

Igrejas Secretas de Lisboa

As igrejas são das construções mais belas e ricas do património edificado de Lisboa. Foram escolhidos os melhores arquitetos para as suas construções e os melhores pintores e escultores para as suas decorações. Mas algumas destas igrejas, apesar de se encontrarem no centro da cidade, passam-nos despercebidas ou estão fechadas ao grande público, por diferentes circunstâncias da História. 

Esta visita vai-nos permitir entrar e conhecer algumas delas, num percurso de 3h entre o Miradouro de São Pedro de Alcântara e o Terreiro do Paço.

Visita guiada à Igreja do Menino Deus

O Menino Deus é umas das igrejas mais belas e importantes de Lisboa, mas também a menos conhecida. Este tesouro do barroco português, foi construído no reinado de João V, como voto feito pelo Rei para o nascimento do primeiro filho,  e reuniu os melhores arquitectos e artistas do seu tempo. De salientar que resistiu ao terramoto de 1755, preservando artes decorativas únicas em Portugal, o que faz dela um monumento excepcional.

Visita guiada ao Palácio Azurara – FRESS

O Palácio Azurara encontra-se num dos pontos mais bonitos de Lisboa: as Portas do Sol. Residência dos Viscondes de Azurara até ao séc. XIX, foi adquirido em 1947 por Ricardo Espírito Santo Silva, no sentido de o restaurar como uma casa aristocrática do séc. XVIII, decorando-o com peças da sua colecção particular. Alberga actualmente o Museu-Escola de Artes Decorativas Portuguesas da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, tornando-se no principal museu do género em Portugal. Descubra connosco este magnífico palácio, o seu fantástico recheio, os frescos originais, e conhecer a fascinante história deste museu e do seu fundador.

Visita guiada ao Palácio dos Marqueses de Fronteira

Construído para ser residência de Campo e Pavilhão de Caça da Família Mascarenhas no Sec. XVII, este palácio depressa se tornou numa das mais notáveis residências da nobreza cortesã do séc. XVII e XVIII, com a elevação do Conde da Torre,  D. João de Mascarenhas a 1º Marquês de Fronteira, pelas suas vitórias nas Guerras da Restauração e no seu apoio incondicional à Casa de Bragança, como nova Casa Real.

O Palácio Fronteira destaca-se por vários motivos. Desde a data da sua construção até aos dias de hoje, com especial destaque para D. Fernando de Mascarenhas, criador da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, o palácio tem sido uma casa de promoção da vida artística portuguesa. Nela se destaca, a nível nacional e internacional, o excepcional conjunto azulejar dos séculos XVII e XVIII que só por si justificam uma visita a esta casa, como também os valiosos tetos e colecção de artes decorativas presentes nesta casa.

Visita guiada à Quinta Alegre

Em 1687 El-Rei D. Pedro II atribui o titulo de Marquês de Alegrete a Manuel Teles da Silva, 2º Conde de Vilar Maior, pela sua participação nas batalhas da restauração e pelo seu trabalho como Embaixador de Portugal. Filho do primeiro Conde de Vilar Maior, um dos 40 Conjurados de 1640, Manuel é considerado um membro da grande nobreza portuguesa.

A ele deve-se a construção da Quinta Alegre, na Charneca do Lumiar, destinada a quinta de recreio e de refúgio da família, seguindo um modelo de organização muito moderno para a época. Redecorada em diferentes épocas, hoje podemos admirar um belo conjunto azulejar do séc. XVIII, onde se destacam as figuras de convite do pátio de aparato e uma série de pinturas murais de elevado gosto e requinte.

Visita guiada ao Palácio da Mitra – Santo Antão do Tojal

O Palácio da Mitra foi mandado construir pelo primeiro Patriarca de Lisboa D. Tomás de Almeida entre 1728 e 1732 no lugar do antigo Palácio dos Arcebispos que já existia desde o séc. XIII.

O seu conjunto que inclui o Paço do Patriarca, o Palácio-Fonte e a Igreja/Capela do Patriarca, constituem um monumental conjunto arquitectónico único no contexto do urbanismo rural português.

Nesta visita vamos ter o privilégio de entrar num espaço privado e descobrir este exemplar único da arquitectura barroca, onde se destacam uma série de azulejos emblemáticos do séc. XVIII, as figuras de convite, escultura com mármores de Carrara ao gosto italiano e um jardim/horta onde ainda se conservam os pombais.

Visitando este palácio de veraneio dos arcebispos e patriarcas de Lisboa vamos também conhecer a fabulosa história desta instituição – o Patriarcado de Lisboa, criada em 1716 por vontade de D. João V, que foi concebida à imagem do papado, conhecendo os seus privilégios, tradições e usos só equiparáveis ao do próprio Papa e sua cúria.

Os Segredos das Igrejas da Graça – Visita Guiada

A Colina da Graça está na moda mas no início, falamos do séc. XII, era um lugar ermo, que veio a ser ocupado por várias igrejas e conventos. Uma delas foi contruída no local de um terrível martírio passado no séc. IV d.c. e outra no lugar onde D. Afonso Henriques acampou com as suas tropas durante o cerco à cidade em 1147.
Com o crescimento da cidade e com o terramoto de 1755, estas igrejas foram ampliadas, renovadas, reconstruídas, mas mantendo os seus segredos bem guardados.

A visita que propomos vais explorar a história desta região de Lisboa e duas Igrejas, nomeadamente a Igreja de São Gens e a Igreja da Graça, onde vamos ter acesso a lugares que normalmente estão fechados ao público e que guardam segredos e histórias incríveis. Vamos ainda subir ao telhado e torre da igreja, lugar restrito, de onde poderemos usufruir de uma vista magnífica.

Visita Guiada ao Palácio da Bemposta

O Palácio da Bemposta foi mandado construir pela Rainha-viúva de Inglaterra, D. Catarina de Bragança em 1693, onde viveu até à sua morte em 1705. Nessa altura o palácio passa para o seu irmão D. Pedro II e no reinado de Dom João V para a Casa do Infantado. Por aqui vão passar vários filhos, legítimos e ilegítimos, destes dois reis até que no séc. XIX Dom João VI vai aqui também viver e morrer.

Apesar do Terramoto de 1755 ter afetado bastante a construção original, este Palácio é um exemplar de excepção da arquitectura e artes decorativas do final de seiscentos. Mas de facto o que se destaca é a obra pós-terramoto, nomeadamente a capela monumental onde vamos ter a oportunidade também de entrar.

Venha descobrir connosco o palácio real mais secreto de Lisboa, que vai ser especialmente aberto para nós nesta nossa visita.

Visita Guiada ao Convento de Santos-o-Novo

O Convento de Santos-o-Novo é um dos maiores edifícios religiosos de Lisboa, com o maior claustro de Portugal, mas ao mesmo tempo um dos menos conhecidos. 

Localizado junto a Santa Apolónia, em Xabregas, foi construído no início do século XVII, durante o reinado de D. Filipe II de Portugal, para as Comendadeiras da Ordem de Santiago, onde podíamos encontrar as melhores famílias do reino. 


Este edifício de grande imponência nunca chegou a ser concluído. O claustro de grandes dimensões e de planta quadrada, desenvolve-se em galerias de arcos de volta perfeita, albergando as capelas do Senhor dos Passos e da Encarnação, revestidas a talha, estatuária e azulejaria. A igreja, de nave única, com cinco capelas laterais, integra talha dourada, mármores policromos e painéis de azulejos, destacando-se os que revestem as paredes e narram os passos da vida dos Santos Mártires de Lisboa. 

Pela monumentalidade e unicidade deste espaço, pelas artes decorativas sobreviventes ao terramoto de 1755 e pela fantástica história do seu projeto de construção e pelas figuras que por lá passaram, vale a pena visitar este lugar singular.

Segredos do Palácio da Ajuda

Palco de vários acontecimentos políticos, sociais e familiares, este palácio foi residência oficial da Família Real Portuguesa entre 1861 a 1889, ficando para sempre consagrado como o Palácio dos Reis de Portugal. 
O Palácio da Ajuda surgiu no local onde, depois do fatídico dia 1 de Novembro de 1755, D. José instalou a sua residência, que ficou conhecida como a “Real Barraca”, tendo começado a ser contruído em 1796.

Estando aberto ao público desde 1938 a residência oficial dos reis de Portugal, é um lugar conhecido da maioria dos portugueses. Além da parte visitável é o palco das receções de Estado e da tomada de posse dos governos. Mas apesar disso este palácio tem áreas e segredos por descobrir. 


Venha connosco conhecer esses segredos e entrar em áreas normalmente vedadas ao público. Venha conhecer por exemplo o elevador da Rainha, a sala dos Banquetes e como estes são preparados e a surpreendente Sala dos Serenins, construída antes de todo o palácio actual e que servia para os divertimentos da corte.

Palácio Santos – Embaixada de França

O seu núcleo primitivo está ligado ao Paço Real de Santos-o-Novo, remontando a construção ao séc. XV. Neste período temos a presença assídua do Rei Dom Sebastião, qeu segundo a tradição partiu daqui para a desafortunada Batalha de Alcácer-Quibir. Serviu de residência régia até 1578, tendo caído depois no abandono. Em 1629 D. Francisco Luís de Lencastre introduziu-lhe várias transformações, destacando-se a construção da Capela. Mais tarde, em 1711, realizam-se obras no palácio, sob a direcção do arquitecto João Antunes. É deste período a criação de um dos espaços mais emblemáticos do Palácio – a Sala das Louças (antiga Sala de Chá) que possui um tecto apainelado em cúpula piramidal, totalmente revestido por porcelanas e faianças do Japão e da Índia, de tons azulados e com as faces ornamentadas a talha dourada. O Palácio foi arrendado por diversas vezes, tendo sido adquirido em 1911 pelo Governo Francês que em 1948 o converteu em Embaixada.

Convento das Trinas do Mocambo – Lapa

Construído entre a segunda metade do séc. XVII e primeira do Sec. XVIII este convento é um dos mais interessantes exemplos do barroco português. Apesar da história financeira conturbada podemos encontrar nesta antiga casa religiosa da melhor azulejaria que se encontra em Lisboa, onde podemos destacar a magnifica cozinha. Resistindo em grande parte ao terramoto de 1755 esta convento e a sua cerca foram, em grande medida, os responsáveis por aquilo que hoje conhecemos como Bairro da Lapa.

Palácio Palmela – Rato

Actualmente Procuradoria Geral da Republica, o Palácio Palmela ao Rato nasce de um antigo palácio do século XVIII, que se torna no inicio do século XIX residência dos Condes da Póvoa e finalmente em 1843 residência dos Duques de Palmela.


Este elegante palácio teve várias campanhas de obras que lhe dão o aspecto actual, sendo que só no inicio do séc. XX recebe as famosas esculturas da entrada nobre que identificam de forma única o Palácio Palmela no contexto nacional. Esta visita vai-nos levar a conhecer não só o Palácio como também a história de uma das famílias mais ilustres, e por vezes controversa, da história de Portugal, num período extremamente complexo de transição do Antigo Regime para o Portugal Liberal.

Convento e Igreja da Encarnação – Colina de Sant’Ana

A construção do Convento resultou da vontade da Infanta D. Maria, filha do rei D. Manuel, em criar um convento de religiosas da Ordem de São Bento de Avis, sob a invocação de Nossa Senhora da Encarnação. Erguido no reinado de Filipe II de Portugal, o conjunto sofreu grandes alterações no século XVIII. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento foi transformado em Recolhimento da Encarnação, o qual, a partir de 1945, integrou os Recolhimentos da Capital. A Igreja do Convento da Encarnação é uma das mais ricas obras em talha dourada do país, mas por abrir poucas vezes as suas portas a visitantes, continua a ser considerada como um dos segredos de Lisboa. Aproveite esta visita para admirar o monumental altar-mor de 1719, que sobreviveu ao terramoto de 1755.

Palácio dos Marqueses de Ficalho – Serpa

Palácio privado, está situado na zona alta da vila de Serpa, o palácio dos Condes de Ficalho destaca-se pela sua curiosa localização, uma vez que está inserido no pano das muralhas. O palácio foi mandado edificar por D. Francisco de Melo, alcaide-mor de Serpa no final do século XVI. A construção maneirista deu origem a um sumptuoso palácio, perfeitamente integrado na estrutura defensiva existente, formando um conjunto arquitectónico ímpar.

O edifício do palácio é um exemplar erudito da arquitectura civil maneirista, delineada de acordo com os princípios classicistas da tratadística italiana do século XVI. A fachada principal, divida em dois pisos, apresenta uma estrutura austera, de grande sobriedade, destacando-se o desenvolvimento longitudinal e a simetria das janelas e portas, que marcam o ritmo do edifício.

Interiormente, o palácio é dividido em salas amplas, intercaladas com galerias, cuja estrutura simples e austera se conjuga com a sobriedade exterior. O piso térreo, destinado sobretudo às áreas de serviço, apresenta ao centro uma larga escadaria que dá acesso ao andar nobre. Muitas das salas e galerias do andar nobre são decoradas por silhares de azulejos seiscentistas.

Quinta da Francelha

Considerada uma das quintas mais belas dos arredores de Lisboa, a Quinta da Francelha, originalmente com 70 hectares era umas das mais prósperas propriedades de Loures.  Esta quinta privada teve como seu primeiro proprietário foi Bento José Monteiro, um bem sucedido comerciante, mas é Félix Martins da Costa que constrói o pavilhão central, de gosto neoclássico e começa a decoração interior no início do séc. XIX. Esta casa é marcada por sumptuosas pinturas murais, de estilo Pillement, semelhantes às existentes em alguns palácios e quintas como a dos Marqueses de Alegrete (Quinta Alegre) ou como o Palácio dos Marqueses de Olhão em Lisboa (Xabregas). Não perca esta interessante visita a uma quinta que sendo propriedade privada vai abrir as suas portas à Atlante.

Palácios da Junqueira

Região conhecida por uma enorme concentração de residências senhoriais e palácios, como a dos Condes da Ribeira Grande e dos Condes de Burnay. Vamos nesta visita descobrir dois dos mais interessantes: O Palácio da Ega e o Palácio Lázaro Leitão Aranha, ambos datados do séc. XVIII, são duas referências da arquitectura palaciana e das artes decorativas de Lisboa, desde as pinturas murais aos azulejos. Por lá passaram ilustres figuras, como o Conde da Ega e o General Beresford na primeira ou o Cardeal da Cunha e D. João da Bemposta na segunda. Uma visita que vai revelar dois dos palácios mais bonitos da cidade.

Colégio de Santo Antão-O-Novo – Real Hospital de São José

O hospital de São José é um dos maiores e mais interessante edifícios de Lisboa. Apesar de ser conhecido de todos com a sua actual função, a de hospital, a verdade é que este lugar foi ocupado pelo então famoso Colégio Jesuíta de Santo Antão-o-Novo, onde milhares de missionários e nobres tiveram a sua formação, num dos centros de saber mais dotados da Europa. Contudo, com a extinção e expulsão da Companhia de Jesus em 1758-1759 este enorme complexo passa para a Coroa e é transformado em hospital, dando entrada os primeiros doentes em 1775. Apesar desta actual função o Hospital conserva estruturas fabulosas do antigo colégio, como a sacristia da igreja, a biblioteca e outros segredos que vamos ter o privilégio de descobrir com esta visita.

Segredos do Rato

Esta movimentada região de Lisboa começa a ser conhecida por este nome com a construção de um grandioso convento, o das Trinas, no século XVII por Manuel Gomes de Elvas, conhecido por “rato”. Originalmente uma zona limitrofe da cidade, esta região começa a conhecer grande ocupação nos séc. XVIII e XIX com a construção da Mãe de àgua, da real Fábrica do Rato e de palácios como o Palmela e o dos Marqueses de Praia e Monforte. Mais tarde, no inicio do séc. XX é também construída a Sinagoga de Lisboa. Nesta visita venha descobrir alguns destes segredos, entrando na Mãe de àgua, Palácio Monforte (atcual sede do PS) e na Sinagoga de Lisboa.

Palácio Devisme

Situada em Benfica, esta quinta tem um longo e interessante percurso. Propriedade os Marqueses de Abrantes vai ser arrendada no final do séc. XVIII ao famoso comerciante Gerard Devisme cujo nome ficará para sempre associado à quinta. Um dos homens mais ricos do seu tempo, era o responsável pelo comercio dos diamantes do Brasil. Além desta quinta foi tamb´me proprietario da quinta de Monserrat em Sintra. Após o seu regresso a Inglaterra a quinta volta para os Marqueses de Abrantes que mais tarde vão vender à Infanta D. Isabel Maria, filha de D. João VI e regente do reino. Venha conhecer esta e outras histórias desta quinta secreta de Benfica.

Palácio Oeiras

Começado a ser construído em 1740 no Morgado de Oeiras, deixado a Sebastião José de Carvalho e Melo pelo seu tio paterno, este palácio vai ser amplamente renovado depois do Terramoto de 1755. Esta casa de recreio é um dos melhores exemplos do barroco português, tendo sido arquitectado por Carlos Madel e decorado por Giovanni Grossi e com azulejos da Fábrica do Rato. O Palácio Oeiras é ainda famoso pelos seus luxuosos jardins inspirados em Versailles, tão apreciados pelo Marquês de Pombal, uma das figuras mais empolgantes da nossa história. Venha saber mais sobre o palácio e sobre o marquês nesta visita guiada.